It all ends here.

em livros, vida
Tuesday, 19
Oct/2010

In Noctem – Nicholas Hooper

Parece que foi ontem, quando minha tia me convidou para ir ao cinema assistir Harry Potter, a história de um bruxinho. Naquele momento eu não tinha idéia que aquele convite, iria, de certa forma, mudar a minha vida.

Muitas pessoas podem ter assistido Harry Potter e não entender, porque milhares de pessoas possuem este afeto, fanatismo, enfim por esta coleção de livros – e filmes – que narram a história de um garoto que sobreviveu a um terrível ataque de um poderoso bruxo das trevas.

A verdade é que são poucos que enxergam a verdadeira beleza e magia que Rowling proporcionou ao longo de seus sete livros (sem esquecer, é claro, dos outros três). É são apenas as pessoas que conseguem “atravessar a plataforma”, na minha opinião, que se tornam verdadeiros fãs da coleção.

O motivo de eu escrever, contudo, não é tentar explicar nada disso. Redijo este post a todos que esperam ansiosamente pela estréia do próximo filme e que preferencialmente leram todos os livros e ficaram com Harry até o fim.

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Como não recordar desta cena belíssima que acontece logo no início de a Pedra Filosofal, quando literalmente embarcamos junto com Harry. Quem nunca pensou em si mesmo indo para Hogwarts, andando pelo castelo e, enquanto o trio de ouro vivia as aventuras narradas nos livros, você, ou pelo menos, eu, vivia as minhas próprias.
Esse é um dos fatores que fez com que Harry Potter mudasse minha vida. Diferente de todos os outros livros que eu havia lido até então, eu entrei na história, no mundo fascinante que ele possuía. E não parou por ai. A cada novo livro a J.K, nos presenteava com mais detalhes sobre o cotidiano daquela sociedade, mais detalhes sobre suas vidas, suas vestes, seus livros, músicas, política até que ao fim, podemos ter uma visão geral do que é a sociedade bruxa.
J.K. não criou um mundo onde aqueles que já gostavam de magia, bruxos e relacionados não se identificasse. Ela não mudou a forma dos bruxos serem e assim podemos fazer uma relação direta de todos os bruxos que existem se assim quisermos.
E como se isso ainda fosse pouco, você ainda encontra as fanfictions, onde os autores contam suas próprias idéias dentro desse ‘mundinho’ e até mesmo interferem nas aventuras de Harry, Rony e Hermione. Para aqueles que como eu, não ficaram contentes com o final, há também a alternativa de escrever sua própria fic, onde podemos com ‘liberdade’ reescrever afim de acalmar nossos corações.
Mas voltamos à série. Hoje, faltam apenas 30 dias para o início do fim. E não posso deixar de registrar o quanto eu estou ansiosa. Harry Potter já teve um fim e para mim, ele foi em 2007, quando eu terminei de ler o último livro. Não foi o que eu esperava em todo, mas foi emocionante. Mas então, cá estamos diante do final novamente. Dessa vez é o final da ilustração dos nossos devaneios, quando ficamos imaginando como seria. E eu tenho certeza que ninguém imaginou que seria tão avassalador.
Em algum momento você imaginou ver a Hogwarts, por onde tantas vezes andou pelos corredores, pegou escadas que deram em outro lugar, assistiu aulas de poções e torcei pela sua casa em um jogo de quadribol… assim?

Harry Potter e as Relíquias da Morte

Não se trata sobre o fim. Porque além de já o conhecermos, sempre teremos os livros e os filmes para relembrar, mas sim, ao menos para mim, da emoção de ver (expectativa e decepção, também) aquilo que eu imaginei transposto em uma tela de cinema.
Eu espero que Relíquias da Morte supere todos os outros, que possua todos os detalhes que fizeram os fãs se emocionarem conforme devoravam os capítulos dos livros e que una, finalmente, as coisas que imaginamos com os elementos que compõem a sociedade bruxa nas versões cinematográficas. (afinal, dizem que a esperança é a última que morre.)
HP7-1, que venha!

Um livro, um personagem.

em opinião, vlog
Thursday, 07
Oct/2010

*vídeo que eu fiz para o desafio do Satolep’s Army.