Ladys and Gentlemans, queridos visitantes deste blog aproveito este lapso de muitíssimo – eu disse muitíssimo – bom humor para vir aqui e postar. E estranho você acordar tendo TODOS os motivos para levantar com o pé esquerdo e simplesmente acordar sorrindo. Fiquei até altas horas terminando um trabalho no amado Corel X3 – uma vetorização de um móbile para a Barriga Verde – enquanto o meu PC tentava manter sua memória virtual em alta. Acordo as seis e quinze ouvindo meu pai dizer que talvez chovesse mais tarde. De fato choveu à tardinha. Mas por incrível que pareça aquele céu azul – digo nuvens levemente acinzentadas donas de uma tonalidade suave e tranqüila – só fez com que eu me sentisse mais bem humorada ainda.
Ontem fui ver Batman: o cavaleiro das Trevas. O filme é phodástico, eu adoro quando o Batman fala com aquela boquinha *-*. Destaque claro para o Gary Oldman (o policial amigo do Batman) – vulgo “Síriussss” de Harry Potter – para o Alfred e seu sotaque inglês, e claro para o Coringa, o Heath Ledger, especialmente quando ele se veste de branco no hospital (sauhaisuhaisu). Enfim, foi muito divertido, devorar dois potes de pipoca enquanto :Jade: e eu comentávamos o filme.
C: Ahh olha ele ta morando num ap.
J: – E como será que ficou a Batcaverna?
C: – Acho que agora é Batgaragem.
J: – O Batporão.
C:- Ahh, nenhum dos dois, é a batcobertura.
** Ahh sim, percebam minha nova franja.
Sem comentários maldosos, sim.
aihsiaushius
Eis aqui o capítulo do livro que falei no post passado. Sim a aula de hoje foi sensacional. Adorei Filosofia III. (ahuahua)
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O livro eu não recordo o nome, mas se não me engano é do Bodelair (ou algo do gênero).
“CAPÍTULO 10. A Mulher
O ser que é, para a maioria dos homens, a fonte das mais vivas e até mesmo, digamos assim, para a vergonha das volúpias filosóficas, dos prazeres mais duráveis; o ser em direção de quem ou a proveito de quem tendem todos os seus esforços; esse ser terrível e incomunicável como Deus (com a diferença que o infinito não se comunica porque cegaria e esmagaria o finito, enquanto o ser que nós falamos talvez só seja incompreensível porque ele não tem nada para comunicar); esse ser em que Joseph de Maistre via um belo animal cujas graças alegravam e tornavam mais fácil o jogo sério da política; para quem e por quem são feitas e desfeitas as fortunas; para quem, mas principalmente por quem os artistas e os poetas compõem as jóias mais delicadas; de quem derivam os prazeres mais enervantes e as dores mais fecundantes, a mulher numa palavra, não é apenas para o artista em geral, e para G. em particular, a fêmea do homem. É antes uma divindade, um astro que preside todas as concepções do cérebro macho. A mulher é um reflexo de todas as graças da natureza condensadas num único ser; é o objeto da admiração e da curiosidade mais viva que o quadro da vida pode oferecer ao contemplador. É uma espécie de ídolo, talvez estúpido, mas maravilhoso, encantador que mantém os destinos e as vontades presas ao seu olhar. Não é, digo, um animal cujos membros corretamente reunidos fornecem um perfeito exemplo de harmonia; não é sequer o tipo de beleza pura, tal como pode sonhar o escultor nas suas mais severas meditações; não, ainda não seria o suficiente para explicar o misterioso e completo encantamento. Não temos nada a ver aqui com Winckelmann e Rafael e estou certo que G., apesar de toda a dimensão de sua inteligência (digo isso sem pretender injuriá-lo), poria de lado uma parte da estatutária antiga se ela o fizesse perder a oportunidade de saborear um retrato de Reynolds ou de Lawrence. Tudo que o orna a mulher, tudo o que serve para ilustrar sua beleza, faz parte dela mesma; e os artistas que se dedicarem em particular ao estudo desse ser enigmático adoram tanto o mundus muliebris quanto a própria mulher. Sem dúvida, a mulher é uma luz, um olhar, um convite à felicidade, às vezes uma palavra; mas é principalmente uma harmonia geral, não só em seu porte e no movimento dos seus membros como também das musselinas, das gazes, das vastas e cintilantes nuvens de fazenda com que ela se envolve, e que são como atributos e o pedestal de sua divindade; no metal e no mineral que serpenteiam em volta do seu braço e do seu pescoço, que acrescentam suas centelhas ao fogo de seu olhar, ou que pendem levemente em suas orelhas. Que poeta ousaria, na pintura do prazer causado pelo aparecimento de uma beleza, separar a mulher de sua roupa? Qual é o homem que, na rua, no teatro, no bosque, não se deliciou de maneira mais desinteressada com uma maneira de vestir sabiamente composta, e não levou uma imagem inseparável da beleza daquela a que ela pertencia, fazendo assim de ambas, da mulher e da roupa, uma totalidade indivisível? Aqui é o lugar, parece-me, de retornar a certas questões relativas à moda e aos adornos, a que apenas aludi no começo deste estudo, e vingar a arte do vestir bem das estúpidas calúnias de que o atormentam certos admiradores muito equivocados da natureza.”
(SIC)
Eu o odeio. suashiuahs
Ouvindo: London Calling – The Clash
5 comentários | comente »
UAHSUASHUASH Batporão rules! Tem Batsótão, também… mas Batcobertura entra pra história UHASUIASHAUSH ;O Foi divertido. Acho que nunca comi tanta pipoca *-*
:*
Mudou o layout, né? Ficou ótimo!
E cortar franja é sempre tão legal. Fico tão mais feliz! huahuahuuha
beeijos
Adoreeeii Batman também. E olha que eu nem curto muito o Batman em si. Tipo assim, ele nem tem um par romântico, ou pelo menos não um feminino.
Ai Batman é TÃO legal, que agora me deu uma vontadinha de ver de novo. E já que tu mencionou o Gary Oldman, outra paixão minha, tenho que contar aqui que uma amiga no final do filme não parava de falar que ele deveria ter feito o Coringa. Eu arrepio só de pensar no resultado.
Ah sim, li Memórias Póstumas de Brás Cubas, respondendo a sua pergunta (:
Beijos
Ah, ficar de bom humor assim é a melhor coisa do mundo! No meu caso, raras as vezes. ¬¬’
Hahahahahahaha
E eu ainda não vi Batman.
Beijos! :*